quarta-feira, 25 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
homo ludens - fluxos, lugares e imprevisibilidades
O Núcleo de Pesquisa do Movimento - pertencente ao Imaginário Coletivo de Arte - formado em fevereiro de 2011, é resultado de anos de pesquisas desenvolvidas em diferentes áreas que culminaram na busca de uma nova sintaxe corporal, através da reflexão sobre os processos criativos na Arte Contemporânea Caiçara.
O processo criativo parte da discussão de conceitos filosóficos pertinentes à dança contemporânea, tais como as relações entre mente e corpo, a potencialidade do espaço e a relatividade do tempo em suas durações e velocidades.
Podemos citar a literatura de Cortázar que se apresenta como um escritor cujo jogo permeia toda a sua obra. É através do jogo que se dá a abertura para zonas inexploradas que levam à libertação, com a inversão da concepção de mundo real e fictício, ou seja, o mundo do homo sapiens mostra-se como uma ficção, enquanto que o mundo do homo ludens se apresenta como uma realidade mais profunda. Como assinala Arrigucci Jr. ( “O escorpião encalacrado. A poética da destruição em Julio Cortazar”, companhia das Letras, São Paulo - 2003), o autor aproxima-se da visão que tinha Schiller do lúdico como única forma de recuperar a plenitude do ser humano, no sentido transcendente do jogo como possibilidade de uma realidade integral
Célia Faustino
Davi Soares
Edvan Monteiro
Flávia Sá
Jeanice Ferreira
Jode Manzato
Márcio Barreto
Tatiana Pacheco
Músicos:
Alessandro Atanes
Márcio Barreto
Raphael Lange
Tarso Ramos
Fotógrafa:
Christina Amorim
(texto acima: Márcio Barreto)
terça-feira, 3 de maio de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
Um pouco de literatura:
Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita. Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros.
Clarice Lispector
sexta-feira, 4 de março de 2011
Cartas do poeta sobre a vida - Fragmento
... a tarefa de todas as tarefas é transformar o insignificante em algo grande, o inconspícuo em algo radiante; mostrar um grão de poeira de tal forma que o vejamos contido no todo; de modo que não possamos ver sem, ao mesmo tempo, ver todas as estrelas e a conexão profunda do céu, ... à qual ele pertence intimamente.
(Rainer Maria Rilke)
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Cia. AbrAOsOlhOs Projeto: “O Sol de Maiakóvski no MST e o Erudito Chega ao Campo”
A Cia. AbrAOsOlhOs nasceu em 2001, em Santos, com o objetivo de apresentar uma proposta de ruptura com as linguagens coreográficas tradicionais e a vinculação de diferentes manifestações artísticas interagindo com a dança a partir de um pensamento comum.
A Cia. prioriza a colocação do individual a serviço da universalidade. A expressão pessoal através da criação espontânea e improvisação gestual buscando atingir o “sentir” universal despertando o espectador a sair de sua postura passiva estimulando-o a descoberta do seu ser.
A Cia. visa explorar novos caminhos na área da dança, sempre de maneira natural, buscando no popular e no movimento primitivo uma interação homem/sociedade. Movimentos reais reverberando em outros seres, projetando a dança para além do tempo real.
A Cia. tem por objetivo desenvolver um trabalho de criação individual ou em grupo e através da improvisação e expressão pessoal chegar a um movimento interior universal que possa despertar a sociedade para uma consciência coletiva.
A Cia. tem por criadora Jeanice Ferreira, em processo de estudo e pesquisa na área de dança
contemporânea, popular e improvisação. O elenco da Cia. é instável, já que instável é o movimento.
“O Sol de Maiakóvski no MST e o Erudito Chega ao Campo”
O projeto visa a interação entre a cultura erudita e popular, a pluralidade de manifestações artísticas e a concepção da arte como desencadeadora de sonhos, abridora de mentes e conscientizadora da sociedade humana, através da figura do poeta futurista Vladimir Maiakóvski, e da contemporização da Revolução Russa.
O ponto de partida do projeto partiu da leitura de clássicos da literatura russa, que venho lendo desde 2001, autores com Dostoievski, Gogol, Gorki, Tchecov, foram a principal fonte de inspiração para o projeto.
A pesquisa de composição coreográfica partiu da premissa de que qualquer movimento pode se transformar numa linguagem cênica, multiplicidade de recursos (dança, teatro, poesia). O corpo como recurso expressivo com um mínimo de tecnologia e utilizado como fim artístico e social.
Dança se relacionando com a palavra. Sentir o texto no corpo com suas dificuldades.
Mostrar a dança como produção de conhecimento, de saber, de estudo e pesquisa.
Movimentos livres que geram energia e impulsos que da quebra abrirão novos caminhos para a improvisação gestual.
O projeto tem quatro fases. Na primeira temos o fato histórico, vemos o homem tomar consciência da Revolução, interna ou externa, seja no MST, ou no século passado na Rússia czarista. Demonstra o processo desencadeador da revolta. É um momento de dor. Nesse momento temos o suporte erudito, a música é uma marcha-protesto de Gilberto Mendes sobre um poema de Haroldo de Campos, parte de um estilo barroco/renascentista e, passando por uma harmonia romântica, termina em moderno contraponto dissonante que se dissolve num rap. A coreografia busca nesse momento os movimentos duros e inquietos de soldados russos, trabalhando improvisação e marcação cênica.
Na segunda fase, ainda com música de Gilberto Mendes, vemos um caminho ascendente com movimentação suave, mas direta, indicando a descoberta do ser, da luz. É a alvorada, vislumbra-se a possibilidade de um novo tempo,um tempo de luz. Nesse momento tenta-se atingir a platéia, tentando uma proximidade para que o espectador desperte do seu torpor.
A terceira fase é o momento de trazer a tona o popular, o ponto de interligação entre o poeta e o povo. O Sol foi plantado e floresce no campo. A alegria da descoberta é demonstrada no ‘coco’ O Sol Lá Vem. A coreografia é basicamente pessoal de pesquisa na dança popular.
A última fase utiliza o poema A Extraordinária Aventura Vivida por Vladimir Maiakóvski no Verão na Datcha, de 1920 (Maiakóvski), como suporte para a movimentação coreográfica.
Principal momento do projeto, é um momento único já que a declamação do poema é feita ao vivo e conta com o acaso.
A improvisação sobre a palavra é o ponto de partida. A pesquisa partiu da reunião de todo o conhecimento recolhido durante o processo de amadurecimento e dedicação pessoal no universo da dança. Tudo que o corpo pode absorver ou não , talvez esteja presente nesta improvisação.
A coreografia da bailarina procura interpretar o movimento ulterior interno do poeta ao mesmo tempo em que expressa a simbiose entre o sol e homem.
Juntando a isso a busca do tema ‘Maiakóvski’ que pessoalmente traz a tona aspectos sociais inerentes à arte. Buscar a poesia na vida concreta. Fazer do corpo um corpo concreto e sensível. Massa e expressão. O que é dançar? Mover-se com arte? Ou o movimento por si só já é dança, e assim, arte? O falar, o ato de declamar uma poesia gerará uma dança interior no poeta, e será que ela pode ser visualizada?
Palavra e movimento, dança e comunicação, corpo e expressão. Esses são os pontos de ligação entre as fases do projeto.
Pesquisa Literária:
Kauss Vianna “A Dança” Em colaboração com Marco Antônio Carvalho
Editora Siciliano - São Paulo - 1990
Maiakóvski Poemas
Boris Schnaiderman, Augusto e Haroldo de Campos
Editora Perspectiva
Pesquisa Musical:
Madrigal Ars Viva - Música Nova para vozes
Maestro Roberto Martins
Prod. Sociedade Ars Viva
A Barca – Turista Aprendiz
CPC / Umes – 2000
Dimitri Shostakovich
Symphony No.6
Symphony No.12 “The Year of 1917”
Naxos – 1998/1999
Tempo de duração da coreografia: 10 minutos.
Espaço físico: a performance não convenciona apenas a utilização do palco para veiculação da obra, e sim estimula que ela seja apresentada em espaços alternativos, como: praças, armazéns, pátios e outros. A presença física do público mais próximo traz uma lembrança da época em que o poeta Maiakóvski entrava nos pátios das fábricas e lia para os operários seus poemas.
Em particular na cidade de Santos os lugares preferenciais seriam o centro histórico e o Porto.
Músicas: O Anjo Esquerdo da História (1997) – Gilberto Mendes (poema de Haroldo de Campos). Intérprete: Madrigal Ars Viva – 2:49;
Sol de Maiakóvski (1995) – Gilberto Mendes (poema Augusto de Campos). Intérprete: Madrigal Ars Viva – 0:54;
O Sol Lá Vem - Domínio público, adaptação: A Barca (coco anotado por Mário de Andrade). Intérprete: A Barca – 2:35.
Poema: A Extraordinária Aventura Vivida por Vladimir Maiakóvski no Verão na Datcha (Púchkino, Monte Akula, datcha de Rumiántzer, a 27 verstas pela estrada de ferro de Iaroslávl), de Maiakóvski, tradução de Augusto de Campos (1920) – 5 min. aproximadamente.
Cenário: Dois painéis confeccionados em jornal e sacos de politiereno pretos, utilizados como suporte para poema concreto escrito, em giz de cera sobre folhas de papel manteiga foscas e presas com alfinetes. Tamanho dos painéis: 2,41 de largura por 3,06 de comprimento. Os painéis serão colocados tendenciosamente no lado esquerdo do espectador; Caixote de madeira crua com pintura feita em tinta acrílica representando sangue derramado nas cores vermelha e siena queimada, colocado do lado direito do painel.
Poema Concreto: “Reverso/Revolução e Verso/Verso e Revolução/Solução”.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Preparando a chegada do Sol
Antes do Sol intervir na minha vida houve um caminho, algo que foi me levando, me mostrando uma saída.
Desde que comecei a me aventurar pelo mundo da dança tive vontade de criar, fazer o que eu chamava de dança. Mostrar o que tinha dentro de mim. Mas a inexperiência dificultava as coisas (até hoje dificultam...).
Naquele ano de 2001, continuava a fazer as aulas de dança contemporânea no Sesc e foi por lá que vim a fazer dois workshops e uma oficina que me deram entusiasmo para me aventurar de vez num caminho trilhado por mim.
O primeiro workshop foi com Jussara Miller e abordava a Técnca Klauss Vianna e conteúdos de aprimoramento do movimento e refinamento da percepção corporal. Juntamente com o workshop tive a oportunidade de ver o espetáculo "Cacos de Louça Acaso Quebrada" da própria Jussara que me motivou a explorar novos caminhos. O workshop foi ótimo e me fez entrar em contato tanto com a técnica como com outras pessoas que buscavam seus caminhos na dança.
O outro workshop foi com Larissa S. Turtelli e tinha como proposta abrir espaços para as manifestações do corpo, o que fazia dele algo mais visceral e livre. A coreógrafa que também apresentava seu trabalho "Veias da Terra", mostrava algo mais perceptivo ligado as emoções e significados corporais que vinha de encontro ao que eu almejava artísticamente.
A oficina foi de Novo Circo, com Helena Figueira que fez com que eu experimentasse situações de limite do meu corpo que eu não estava acostumada. Me fez sair em busca daquilo que eu não conhecia e tinha medo de experimentar. Cada uma das ministrantes me ajudaram a ter coragem, me mostraram caminhos e me fizeram fazer parte daquilo que eu sonhava. O caminho a ser trilhado estava ali na frente, mas eu ainda não o via.
terça-feira, 4 de maio de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Figuras da Dança
Fui assistir a gravação do programa com Márcia Haydée. Que maravilha poder estar ali naquele momento. Poder ver de perto essa diva da dança. Ouví-la contar sua vida, sua história. Ouvir os depoimentos das pessoas que conviveram com ela. Estava presente seu ex parceiro na dança e na vida, Richard Cragun, o qual deu um depoimento emocionante e carinhoso a antiga companheira. Ao fundo do palco (do Teatro Franco Zampari) eram mostradas imagens e vídeos de Márcia em suas performances. Foi muito bom poder estar ali, naquele momento mágico do mundo da dança. Parabéns à São Paulo Cia. de Dança pela a iniciativa. Espero que o projeto continue, assim como os outros propostos pela companhia. E espero compartilhar esses momentos.
Dia Internacional da Dança
Na verdade, a dança (corpo em movimento) é antes de tudo, parte do ser humano desde as eras primevas, onde a comunicação verbal ainda não era dominante. A dança nasceu juntamente com a vontade de se expressar do Homem.
Dança, arte primordial!!!!
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Workshop com a Confraria da Dança
quinta-feira, 1 de abril de 2010
CORPO SOCIAL: SOMOS CO-AUTORES? Falando mais da segunda bienal...
O Grupo Grial de Dança, Recife, PE: A Demanda do Graal Dançado com roteiro de Ariano Suassuna, concepção e coreografia de Maria Paula Rêgo, direção artística de Dantas Suassuna, intérpretes: Emerson Dias, Imaculada Salustiano, Jaffis Nascimento, Maria Paula Rêgo, Valéria Medeiros, Viviane Madureira. A trilha sonora incluía de Beethoven à Antônio Nóbrega. Grandioso. Trouxeram também o espetáculo Auto do Estudante que se vendeu ao Diabo, coreografia de Maria Paula Rêgo, direção dela e de Romero de Andrade Lima, intérpretes: Denes Nascimento, Emerson Dias, Imaculada Salustiano, Kleber Lourenço, Valéria Medeiros e Viviane Madureira. Música de Igor Stravinsky. Encenação de um libreto de cordel com narrador e cantadeira interpretada pela Maria Paula Rêgo. Considero o grupo de grande importância para a união da dança contemporânea com a cultura popular.
Outro espetáculo importante foi Aquilo de que Somos Feitos, da Lia Rodrigues Cia. de Dança do Rio de Janeiro, RJ. Foi um deslumbre. Creio que esse espetáculo fez um marco na história da dança contemporânea brasileira, por sua ousadia e criatividade em expor aspectos tão inerentes a sociedade contemporânea. Com concepção, criação coreográfica e direção de Lia Rodrigues, e os intérpretes e criadores coreográficos: Marcela Levi, Micheline Torres, Claudia Müller, Marcele Sampaio, Gustavo Barros, Rodrigo Maia e Amália Lima. A trilha sonora é de Zeca Assumpção.
Com a Trupe do Passo, também do Rio de Janeiro, assisti Acabou-se o que era Doce, com direção e coreografia de Duda Maia e as intérpretes: Carla Durans, Francini Barros e Lais Bernardes. Uma coreografia versátil, criativa e bem humorada. Um prazer assistir.
Com Ruth Rachou tive o prazer e a emoção de vê-la em cena com Intermezzo, direção e concepção de Helena Bastos e a própria Ruth interpretando e criando. Belo e singelo.
Bem, os espetáculos de maior relevância para mim foram esses, claro que não tive a oportunidade de assistir a todos, mas essa Bienal ficou marcada pela qualidade desses espetáculos e oficinas brilhantes. Houve, também companhias que deixaram a desejar, outras que obviamente nem deveriam estar ali, mas o que valeu foi o que pode ser visto, vivenciado e debatido. Nunca houve uma Bienal em que houvesse tanta aproximação de bailarinos de vários lugares do Brasil como essa, sem contar nas apresentações em locais abertos turísticos de Santos. Guardo muitas lembranças e saudades.
terça-feira, 2 de março de 2010
2ª BIENAL SESC DE DANÇA

Chegamos ao ano 2000 e com ele, a 2ª Bienal Sesc de Dança, muito aguardada por mim. Tive uma participação mais ativa, assistindo muitas apresentações artísiticas e fazendo os quatro workshops proporcionados pela bienal. Devo dizer, que essa bienal foi uma das melhores, onde aprendi muito. Os workshops foram muito bons e o melhor deles foi o de Amélia Bentes ( de Portugal), onde tive a opotunidade de conhecer Morena Nascimento e o meu amigo Alexandre Reis, da Cia. Contemplo que também o faziam, e também o workshop de Maria Paula Rego, da Grial Cia. de Dança onde existe um maravilhoso trabalho de pesquisa com a cultura e a dança nordestina. Assisti à apresentações significativas como "Aquilo de que somos feitos" da Cia. de Lia Rodrigues, da Cia. Grial, de Ruth Rachou, etc. Essa Bienal me marcou muito em todos os sentidos. Conheci Mestre Salustiano e seus filhos que me influenciaram a buscar conhecimento nas danças populares, onde aprendi cavalo marinho e um pouco das danças populares. Foi um momento maravilhoso, e apesar da minha ingenuidade, essa bienal serviu de base para minhas conquistas tanto na dança como em meu trabalho profissional.
* A foto acima é da Cia. Amélia Bentes.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
36º FESTIVAL MÚSICA NOVA
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
A PROFESSORA
domingo, 31 de janeiro de 2010
"O Sonho"
'O Sonho', meu primeiro ensaio corporal, vem de encontro ao desejo de expressar os sentimentos inerentes ao ser humano. É preciso 'acordar' da realidade e mergulhar no sonho para encontrá-los. Meu trabalho é simples, sem grandes ambições técnicas. Acredito no movimento nato, na experiência corporal de cada indivíduo, associada a emoção. Todo ser humano tem um caminho individual, imutável e instransferível, que espera o dia de ser descoberto. O meu caminho é a dança. A sociedade chama esse caminho de arte, eu chamo de encontro com Deus. Assim como Maurice Béjart, acredito que: "A palavra divide. A dança é união. União do homem com seu próximo. União do indivíduo com a realidade cósmica. O homem está só diante do incompreensível. O lugar da dança é nas casas, nas ruas."
Através da dança liberto o meu espírito, descubro o meu verdadeiro ser, sem as tantas máscaras que usamos na vida. Ás vezes, as máscaras são tantas que não sabemos mais quem realmente somos. Quando o espírito está liberto, fora de mim, fora das máscaras, finalmente me encontro. Então, meu corpo diz o que sinto, meu corpo fala o que não pode ser dito com palavras, e nesse momento sei que Deus realmente me vê.
Foi com esse pequeno trabalho de aproximadamente 5 minutos que me apresentei publicamente pela primeira vez. Foi em uma exposição de fotos do artista plástico e fotógrafo Gregorio Nucci, na Galeria das Fotos em Santos, no dia 3 de dezembro de 1998. Essa performance foi dedicada a minha filha Hannah, meu sonho real.
Segue a ficha técnica:
Criação e interprete: Jeanice Ferreira
Preparação corporal e consultoria: Sandra Cabral
Figurino e adereços: Jeanice Ferreira
Músicas: 'Lacreme Napolitane' (L. Bavio - Buongivanni) e 'Vurria' (F. Rendini - Alberto Pugliese) ambas interpretadas por Zizi Possi.
Pesquisa:
Literatura: Dançar a vida, de Roger Guaraudy; A Tempestade. W. Shakespeare
Cinema: Esse mundo é dos loucos, direção de P. de Broca
Teatro: Nô japonês
Dança: Butoh




